Obscura mente
“Remar. Re amar quem? Remar ao mar? Remar em frente ou enfrente? Vai de você. Vai de você o quê? Um bê á bá ou um sorrir? Só rir? Rir de que? A vida anda muito escura pra mim… Sorrisos, ah, só risos mesmo diante dessa vida de puro choro. Pura felicidade. Feliz cidade? Não. Felicidade mesmo, daquelas que vem por dentro e te fazem perder os sentidos. Sentido ou sem ter tido? Ah, sei lá, só tenta. Oitenta? Quem sabe, mas vai lá e tenta! Não senta, não fica, não aconchega. Mas ei, vem e se achega em mim e fica pra sempre. Pra sempre? É PraSempre.”
— Por mim.

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